Quem pode se inscrever no PROUNI?

Interessados em conseguir bolsa de estudo para uma graduação podem recorrer ao programa Universidade para Todos (ProUni). As bolsas são fornecidas para quem cumpre todos os pré-requisitos e de acordo com a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Saiba como funciona as inscrições do ProUni a seguir.

Entenda mais sobre o ProUni e suas bolsas

O ProUni é o único programa do governo federal e fornece bolsas de estudo no ensino superior. Quando informamos “bolsa” queremos dizer que ele isenta o aluno de pagar a mensalidade durante todo o seu período letivo.  As bolsas de estudo podem ser parciais(25 a 75%) ou totais.

O programa foi criado pelo governo federal há mais de 12 anos para suprir a necessidade dos concluintes do ensino médio de dar continuidade em seus estudos. Para a maior parte deles é inviável custa a mensalidade do ensino superior. Não há vagas nas universidades públicas para todos e as bolsas de estudo na rede privada de ensino foram a solução encontrada de forma temporária pelo governo.

A atuação do ProUni visa igualar a oportunidade de ensino entre jovens de baixa renda e os classe média. O ensino público de fato possui defasagem e não concorrem nas mesmas condições os estudantes do ensino médio da rede pública da particular a uma vaga em uma universidade pública.

As bolsas do ProUni também são focadas na melhoria das condições de ensino da rede pública.  Também podem concorrer os professores da rede pública de ensino a uma segunda graduação ou pós-graduação.

Quem pode se inscrever no ProUni?

O programa fornece bolsas de estudo em universidades ou faculdades privadas.  O seu foco é quem realmente precisa e por isso todos podem se inscrever mas nem todos os cadastros serão aprovados.

Todos os concluintes do ensino médio(de educação regular ou para jovens e adultos) podem realizar a sua inscrição no sistema do ProUni.  Mas para ser aprovado é preciso cumprir os pré-requisitos básicos. São eles:

  • Ter uma renda familiar de até dois salários mínimos;
  • Não ter graduação;
  • Ter concluído o ensino médio da rede pública de ensino ou em escola privada como bolsista integral;
  • Ter feito o Enem 2019 (ou de até dois anos anteriores) com nota superior a 4,5 em conhecimentos gerais e não ter tirado zero em redação;
  • Não estar em nenhum outro programa de bolsa de estudos.

É importante informar que se a bolsa for ganha o aluno deve comparecer às aulas. Em caso de abandono do curso a bolsa do ProUni é perdida e não há segunda chance para tentar uma segunda bolsa de estudos. Essa regra vale para bolsas parciais ou totais.

Com se inscrever no Prouni?

As inscrições para o ProUni abrem uma vez ao ano. Sempre são iniciadas após a divulgação da nota do ENEM porque precisam dela para avaliar o cadastro.

O cadastro é realizada através do site do programa. É gratuito e é preciso apenas preencher os dados em brancos do formulário de inscrição.

Todos os cadastros são avaliados e caso algum dos pré-requisitos não for cumprido o cadastro será cancelado.  Sendo aprovado é preciso que todos os dados informados sejam comprovados por meio de documentação no ato da matrícula do aluno na rede de ensino.

Quem recebe o seguro desemprego tem direito ao PIS?

O seguro desemprego e o Programa de Integração Social (PIS) são dois benefícios concedidos aos trabalhadores com carteira assinada em todo o Brasil. Ambos são pagos como regra das leis trabalhistas mas em momentos diferentes e com finalidades diferentes. Saiba mais a seguir.

O que é e como funciona o Seguro Desemprego?

Enquanto contratado com carteira assinada o trabalhador possui o direito de receber um salário mensal e mais um extra, o 13º. De acordo com as leis trabalhistas ele não deve ser inferior a um salário mínimo vigente. O valor do salário mínimo é determinado pelo Governo Federal de acordo com a inflação.

Quando é demitido por culpa da empresa(sem justa causa) o trabalhador fica sem renda mensal. Foi pensando em aguardar a relocação no mercado de trabalho sem desamparar as contas e provimento básico familiar que foi criado o seguro-desemprego.

O seguro-desemprego é o valor pago quando o trabalhador é demitido sem justa causa pela empresa. Ele pode ser pago por até seis meses.  Depende de quanto tempo ficou na empresa anterior.

O que é e como funciona o PIS?

A sigla de três letras PIS quer dizer Programa de Integração Social. Ele é um fundo de amparo ao trabalhador criado pelo governo federal para auxílio quando o empregado deixar o mercado de trabalho.

O PIS possui como finalidade complementar a renda do trabalhador.  Ele é pago todos os meses pelo empregador (a empresa) diretamente em uma conta do Governo Federal administrada pela Caixa Econômica Federal.

Uma das finalidades do Programa de Integração Social é a distribuição de renda. Por meio deste pagamento (que não é tão alto assim) a empresa distribui um pouco dos lucros entre seus funcionários contratados. É uma forma de ajudar a diminuir o poder aquisitivo entre trabalhadora e empresariado.

Por este motivo estão fora da lista de quem tem direito ao PIS os empregados domésticos e Trabalhadores Rurais. Seus patrões não possuem núcleo empresarial para distribuir. No caso o trabalhador rural ele já é seu próprio patrão e já fica com o lucro.

Quem está recebendo o seguro desemprego tem direito ao PIS?

Apesar de ambos serem direitos de um trabalhador contratado com carteira assinada eles são pagos em momentos diferentes. 

O PIS é pago todos os meses pela empresa enquanto funcionário está contratado com carteira assinada. Todos os empregadores são obrigados a realizar tal pagamento ou serão multados pelo Ministério do Trabalho e o próprio trabalhador pode realizar a denúncia.

Já o seguro-desemprego é um auxílio financeiro para quando o trabalhador for desligado da empresa. Enquanto está recebendo o seguro-desemprego em parcelas de até 6 meses não há pagamento do PIS porque não é empregador.

O saque do PIS é liberado de acordo com o Calendário do PIS 2018 apenas com a aposentadoria por idade ou tempo de serviço. Nos dois casos a liberação é automática e o dinheiro pode ser retirado na caixa econômica federal no Banco do Brasil.

Em alguns casos o valor acumulado do Programa Integração Social é liberado antes.  Isso pode acontecer com trabalhadores em doenças terminais ou degenerativas mas deve ser comprovado ao Instituto Nacional de Seguridade Social(INSS) por meio de documentação.

Como votar na eleições estando fora do Brasil?

Cidadãos brasileiros mesmo estando em outro país no período de eleições podem votar.  O direito de exercer a sua opinião na escolha dos representantes no país não é eliminado por que não se está em território nacional. Saiba como votar estando fora do Brasil a seguir.

Quem deve votar no exterior?

Viajando ou morando fora do Brasil todos os brasileiros natos (ou naturalizados) devem voltar.  São obrigados a votar todos os maiores de 18 anos com o título de eleitor. Entre 16 e 18 anos podem ter o título mas não existe a obrigatoriedade.

Diferente de alguns países como os Estados Unidos, no Brasil o voto é obrigatório.  É preciso marcar presença a cada dois anos nas urnas para as eleições para vereador, prefeito, deputado estadual, deputado federal, Governador e presidente da República.

As embaixadas brasileiras são preparadas para receber os brasileiros no dia das eleições. Elas anunciam antecipadamente mas você pode buscar mais informações de endereços e telefones para contato diretamente no site do TRE ou no site da sua embaixada.  

Não é preciso agendar horário ou buscar a sua zona eleitoral. Todos os brasileiros voltam na mesma embaixada em qualquer horário quando estão fora do país.

Quais eleições os brasileiros no exterior votam?

Devem voltar todos os brasileiros em trânsito ou com residência permanente no exterior. Contudo, de formas diferenciadas.

Os brasileiros em viagem temporária para fora do país, ou seja, com visto temporário mas mantendo o endereço fixo no Brasil devem votar em todas as eleições. Ou seja: a cada dois anos eles devem se dirigir a um ponto de votação e escolher os os candidatos de sua cidade, do seu estado e representante nacional.

Quem possui residência fixa no exterior mas manteve a sua nacionalidade brasileira se enquadra na segunda opção. A votação é exigida apenas para candidato a presidente da república e vice-presidente. Ou seja: deve votar a cada quatro anos.

Como os brasileiros devem votar no exterior

O brasileiro naturalizado ou nato deve procurar no período das eleições a embaixada brasileira no país o qual reside no momento.  Lá vão funcionar os pontos de eleições presenciais com urnas enviadas antecipadamente.

Os horários das lotações variam de acordo com o país e não segue horário de verão brasileiro. Por este motivo muitas vezes o resultado das eleições demora a sair. É necessário aguardar todos os países finalizarem. 

Justificando o voto no exterior

Não conseguir votar é um direito de todo eleitor. Ele pode estar ausente ou é muito distante da embaixada e não consegui marcar a sua presença. Neste caso deve realizar a justificativa.

Justificar o voto significa demonstrar ao TRE que você teve interesse em comparecer nas eleições mas não pôde por algum motivo. Ela pode ser feito através do site do TRE para quem está fora do país ou quando voltar de viagem procurar o Tribunal Regional Eleitoral de sociedade.

A justificativa é necessária porque o voto no Brasil é obrigatório. Não  justificar por três eleições consecutivas pode gerar a suspensão do título eleitoral.  Neste caso não haverá justificativa de eleição e pode causar alguns problemas como a perda  da posse de um concurso público, por exemplo.

5 cidades mais caras do mundo para se viver atualmente

Viver fora do país é o sonho de muitos brasileiros. Mas de quanto seriam seus gastos? Para quem está acostumado com os preços de produtos e serviços brasileiros a comparação pode ser espantosa. Contudo, o custo benefício em alguns lugares vale a pena. Conheça as cinco cidades mais caras do mundo para morar(ou passar uma temporada) e saiba se vale a pena a mudança.

As cidades mais caras do mundo para viver

Ao elencar as cidades com maior custo de vida leva-se em consideração muitos fatores. Os principais produtos devem ser listados como transporte, moradia, saúde e alimentação. Outros pontos também são somados para se ter uma média de qual cidade é mais barata de viver e a mais cara. As cinco cidades mais caras, começando por Cingapura são:

Cingapura

A cidade do Sudeste Asiático, a pequena cidade-estado conquista o turistas todos os anos. A localidade oferece muitos atrativos para quem pensa em morar por lá. Alguns chamam de “a Torre de Babel que deu certo”. O misto de culturas é tão grande que vários idiomas são ouvidos na rua. 

Cingapura é uma região moderna com várias mega construções e com a maior quantidade de hotéis de luxo do mundo. O motivo é ter uma das renda per capita mais altas do mundo. Isso torna os salários melhores, assim como o custo de vida elevado.

A alimentação e a saúde são os serviços mais caros. Contudo, entre os melhores do mundo também.

Hong Kong

Um dos principais destinos da Ásia quando se trata de turismo, Hong Kong é uma cidade ainda em misto de moderno e tradicional. Sua imponência de desenvolvimento já começa a ser observado em um breve passeio na cidade com o maior número de arranha-céus no mundo.

Economicamente a cidade possui uma renda per capita alta e isso eleva os preços de produtos. Alimentação está no top da lista mais cara até mesmo para quem está buscando mercados locais. Um dos pontos altos para o turista é a hospedagem mais em conta que em outros países.

Zurique

Localizada no norte da Suíça, Zurique é uma cidade para visitar por uma longa temporada. Seus serviços são de extrema qualidade e este é o ponto mais elogiado pelos visitantes. Excelente sinalização, saúde pública e transporte. Mas isso tem um custo e é com a arrecadação de impostos.

Os impostos sobre vendas de produtos e serviços são os mais caros da Europa. Isso torna as compras com custo elevado, em especial roupas e alimentação. Também é uma cidade com invernos rigorosos e as entre safras deixam muitos alimentos com valor elevado.

Tóquio

Uma cidade tão gigantesca como Tóquio, considerada uma das mais populosas do mundo, deveria ser uma das mais baratas de se viver também. Mas gente demais contida em um mesmo espaço atrai outro problema: disputa por espaço. 

Tóquio é uma cidade de arranha céus mas ainda assim os aluguéis são um dos mais caros de toda a Ásia. Moradia é o serviço com mais alto custo para quem deseja viver por lá. Alimentação, contudo, ainda se mantendo extremamente natural, possui um valor baixo e de qualidade.

Osaka

Osaka é há muitos anos considerada a melhor cidade para se comer do Japão. Gastronomia não apenas requintada mas de qualidade com o melhor custo benefício. Morar lá, contudo, exige um aluguel mensal que pode chegar a três vezes que a cidade de São Paulo, por exemplo. É uma cidade ainda em desenvolvimento com o velho e o novo mundo lado a lado.